como alguns do convivio mais intimo ja' sabem, e igualmente ja' comuniquei neste despretensioso veiculo de entretenimento, volta e meia eu me pegava com a lara.
alias houve uma epoca da vida em que praticamente so' nos pegavamos.
nos pegavamos meio que dia sim, dia sim.
e as vezes dia sim tambem.
a dona gemeos sabia muito bem como cutucar um pacifico taurino ate' ele sair do serio.
e o taurino manhoso sabia trazer ela do ar pra' vir quebrar o pau na terra como ninguem.
tipo a intimidade e' uma merda ...
numa das muitas brigas ela tinha conseguido se trancar num quarto no fim dum corredor e sobrava protecao para ela continuar citando poesia da guerra por detras da porta.
eu tresloucado chutando muito a porta e mandando ela abrir e obviamente nada.
vinha era mais e mais confete venenoso em doses fartas e certeiras.
ate' que num golpe mais raivoso e nada comedido fiz um buraco na porta e fiquei com o pe' preso dentro dela.
no que ela abriu a porta para ver o que tinha acontecido sai pulando num pe' junto com a porta que se abria feito um saci-perere-do-pe'-preso.
- putz mano, que merda !! e agora ??
- e' mana, fudeu. deixa eu pensar no que a gente faz ....
- ai, ai, como e' que vamos explicar isso ?
- ja' sei, vamos remendar essa porcaria de porta ....
- remendar como, ta' louco ?
- entao, vamos encher essa porta de papel, e ver se colamos a madeira de novo e damos uma pintada para disfarcar um pouco o estrago.
nao surpreendentemente a emenda ficou pior que o soneto e combinamos entao a versao dum acidente.
chegam os pais em casa e nao demora nos chamam :
- ralph, lara, o que e' que aconteceu com essa porta ?
- foi assim, ela tava aberta e tava um putz vento ... dai' eu sai correndo e pus o pe' para ela nao bater mas, sei la', pegou num ponto meio fraco dela ... nao foi lara ?
- e' foi sim. voces nao imaginam o vento que tava. a casa toda tava assobiando ....
irmao taurino com sis geminiana era, e' e vai continuar sendo assim : na hora do "vamo ve" muda do pau pra' parceria num piscar de olhos.
nao tem preco, nao tem quem pague, nao tem quem ou o que se possa falar e chegue minimamente perto do que e' e vale.
nao tem palavra que baste.
nem se passar na academia brasileira de letras para ver se encontra algo vai chegar perto do que vai dentro do coracao e nao tem hipotese de sair.
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